A caça furtiva, sobretudo de zebras e gazelas, tem aumentado nos últimos anos no Parque Nacional de Iona, província do Namibe, vigiado por apenas 13 dos 30 fiscais que seriam necessários, denunciou o administrador do parque.

Manuel Afonso manifestou também dificuldades em termos de meios para fiscalização daquela reserva de caça, estabelecida em 1937, e transformada em parque nacional em 1964, com uma área superior a 15.000 quilómetros quadrados.

Segundo Manuel Afonso, o abate indiscriminado de animais por caçadores não identificados demonstra a fragilidade de controlo daquele espaço, casa para espécies como o órix, cabras de leque, zebras, avestruzes e outros animais.

“Temos problemas de mobilidade, debatemo-nos com a falta de fiscais, visto que temos apenas 13. Seria melhor caso tivéssemos 30, tendo em conta os desafios do sector”, referiu o responsável, citado pela Angop.